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7 Dicas para colocar seu bloco na rua e aumentar suas vendas.

26/02/19
Ivandro Rosa de Moraes

Ivandro Rosa de Moraes

Gerência de Soluções

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Descomplicar a ideia de marketing digital é o primeiro passo para que as ferramentas que definem o conceito possam ser aplicadas em seus negócios

Se você é empreendedor, sabe que, como um bom ritmista, a bateria da sua empresa não pode atravessar o samba dos seus negócios, a comissão de frente não deve sair do compasso e esquecer o plano definido para as vendas, e a alegoria do marketing não pode desmanchar no meio do desfile. Para tirar nota dez e colher os resultados de uma boa estratégia de vendas, seguem aqui algumas dicas sobre o assunto, com dicas de Marketing Digital que podem ajudar seu empreendimento a ficar como o personagem da marchinha: uma maravilha.

 

#1 Abre alas: o marketing digital sem dificuldades

Se uma escola precisa fluir na avenida e levantar o público na arquibancada, sua estratégia de marketing digital precisa ser leve, porém, precisa, para incrementar suas vendas. Descomplicar a ideia de marketing digital é o primeiro passo para que as ferramentas que definem o conceito possam ser aplicadas em seus negócios, capazes de trazer resultados positivos, ou aquele dez no quesito analisado no dia da apuração.

É importante saber que o marketing trabalha sempre com a necessidade ou desejo. Então, para que sua estratégia de marketing funcione, você precisa reconhecer primeiro qual seu público-alvo, seu nicho. E ele está ali, do outro lado da tela do computador, do tablet ou do celular. Assim, esqueça o conceito antigo de marketing de massa. É preciso falar com cada consumidor individualmente. Quanto mais de nicho for a lógica da sua empresa e quanto mais segmentado você puder trabalhar, melhores serão os resultados.

Não trate o site da sua empresa como algo do passado devido ao advento das redes sociais. A página do seu negócio é seu ambiente institucional dentro da internet. Redes sociais têm donos diferentes, e suas ferramentas podem mudar de acordo com as necessidades desse mercado. Cuide para que seu site apresente conteúdo relevante, com artigos e textos sobre temas que são do interesse do seu público-alvo. Não fale apenas da sua empresa; faça com que seu cliente a procure. Para isso, conteúdo relevante é a melhor maneira de estar bem posicionado nos mecanismos de busca.

Quer saber mais? Acesse nossos materiais Descomplicando o Marketing Digital:

#2 O bloco do eu sozinho do marketing de conteúdo: como atrair a atenção do seu cliente

Agora que você já sabe que o site do seu negócio é fundamental para suas intenções de ampliar vendas, é preciso pensar em como atrair seu cliente para ele. Para isso existe o marketing de conteúdo. Que não é sobre o que a sua empresa faz, mas sobre o que seu cliente precisa. E inverter essa lógica pode ser um desafio.

Se o seu negócio é vender livros, por exemplo, uma boa resenha sobre um clássico da literatura universal, um artigo sobre um best-seller contemporâneo ou mesmo um vídeo curto com cinco dicas de novos autores pode fazer com que o seu público-alvo, leitores vorazes, se interessem pelo seu site, e passem a vê-lo como um ambiente que merece ser visitado. Daí para que encontrem nele o que procuram é um pulo, ou um passo de mestre-sala.

Entre os motivos para colocar em prática o marketing de conteúdo estão o aumento da visibilidade online. Gerente de implementação na Resultados Digitais, Rafael Pinho lembra que 60% dos cliques acontecem nos três primeiros resultados de uma busca no Google, e mais de 80% dos usuários não chegam a visitar a segunda página de resultados. Por isso, conteúdo relevante é fundamental.

O marketing de conteúdo permite ser mais efetivo ao ajudar o cliente a realizar a compra. Uma vez que ele já sabe o que vai encontrar no seu negócio, seu relacionamento com a equipe de vendas será mais maduro, e será mais fácil encontrá-lo no momento da compra.

Se interessou pelo tema? Acesse nossos materiais sobre Marketing de Conteúdo – Como atrair a atenção do seu cliente

 

#3 Quesito fantasia: dicas para a elaboração de um conteúdo altamente eficaz!

É preciso entender os objetivos que vão sustentar a construção do conteúdo que sua empresa usará para atrair clientes. Alguns deles devem ser a busca pela construção ou consolidação da marca, demonstração de autoridade sobre o tema, aumento da base de leads (pessoas ou empresas interessadas em seu produto ou serviço), melhoria no atendimento e suporte ao cliente, entre outros. Uma vez compreendido seu real objetivo com a criação de uma estratégia de marketing de conteúdo, as vendas podem ser consideradas como resultado do cumprimento do objetivo.

Defina a voz da sua empresa, a chamada Persona. Nela, você define quem é o seu negócio – Brand Persona – e também quem é seu cliente – Buyer Persona. A primeira tem como foco o que a marca quer passar como valor e sua forma de comunicar. Criar a Brand Persona é definir um guia de linguagem caracterizado pelos pensamentos, tom da fala e voz da marca. A Buyer Persona é, evidentemente, uma representação fictícia de seus clientes ideias, e se baseia em dados reais sobre características demográficas e comportamentais dos seus consumidores, somadas a histórias pessoais, objetivos, desafios e preocupações.

Use uma ferramenta chamada Mapa de Empatia para criar essas personas. Nela, você estabelece primeiro a Brand Persona, contextualizando sua empresa, e depois a Buyer Persona, que contextualiza seu cliente ideal. Um bom trabalho nessa criação vai humanizar sua marca que ajudar no contato direto com seu público-alvo.

Ficou interessado? Confira o e-book 7 passos para a elaboração de um conteúdo altamente eficaz

7 Dicas para colocar seu bloco na rua e aumentar suas vendas.

#4 Quesito alegoria: Estratégias para vender nas mídias sociais

As redes sociais são uma ferramenta fundamental para se relacionar com seu público-alvo e podem sim se transformar num caminho para incrementar suas vendas. Mas para não atravessar o samba na avenida dessa estratégia, é preciso saber que existem diferenças entre elas: enquanto algumas são mídias de posicionamento, outras são de engajamento.

YouTube, Flickr e Pinterest são exemplos de mídia de posicionamento, porque os conteúdos postados nelas – vídeo, fotos, ilustrações – permanecem por um longo tempo no Google. Já as de engajamento são o Facebook, o Twitter, o Instagram, Snapchat, cujo conteúdo é efêmero.

Nas de posicionamento, a dica é criar conteúdo em cima de palavras-chave relativas ao seu negócio, entendendo o que seus clientes buscam e como fazem essa busca, e também como você é procurado – quais as palavras que mais aparecem quando alguém procura por seu negócio. Para isso, use o planejador de palavra-chave do Google, que compara termos e como eles são pesquisados.

Seja “stalker” do seu público; você precisa saber o que seu público-alvo espera do seu negócio. Siga seus clientes nas redes sociais e saiba em quais redes eles estão mais presentes, o que eles gostam de compartilhar e o que os emociona.

Para mais informações, acesse 30 Estratégias para vender nas mídias sociais

 

#5 Bateria nota 10: Dados mais segmentação = campanhas campeãs

Loja física ou virtual, um estande em uma feira, mensagem via WhatsApp, Instagram, Facebook, Twitter: o desafio do empreendedor é entender quem é o cliente, independentemente do canal de interação. Para isso, algumas ferramentas podem ser úteis, como uma ferramenta de gestão do relacionamento com o cliente, o famoso CRM (Customer Relationship Management), cujo objetivo é oferecer uma visão única do cliente, entendendo todas as interações dele com a empresa, o perfil desse cliente e as necessidades que ele apresentou por meio dos chamados abertos, reclamações, elogios e interações de compra.

Mensurar os dados de ações consistentes e frequentes realizadas com os clientes é uma das possibilidades de saber se a estratégia está no caminho certo. Pesquise pelas ferramentas disponíveis que permitem, por exemplo, identificar se há evolução no engajamento, na abertura do e-mail marketing disparado, na mensagem de SMS, na ida à loja física, no e-commerce e até no tíquete médio da compra e no número de peças que ele comprou.

Utilizar os resultados para desenvolver estratégias, destaca a especialista Fabiana Periard, auxiliam na construção de ações cada vez mais assertivas para falar com seu cliente e se transformam invariavelmente na melhor relação custo-benefício.

Quer saber mais? Acesse Dados + segmentação = campanhas campeãs

 

#6 Quesito evolução: o que é o funil de vendas

Funil de vendas é a jornada de um cliente dentro de uma empresa. O modelo estratégico que recebe este nome mostra a evolução do seu cliente, da hora que ele é impactado pelo primeiro contato com sua empresa até o fechamento da venda. Não raramente esse relacionamento se estende além dela. O sucesso do seu negócio passa necessariamente pela aplicação dessa estratégia. O funil se divide em cinco etapas. Entendê-las permite identificar erros e acertos nesse processo e melhorar cada uma delas:

  • Atrair – interessados no seu produto ou serviço;
  • Qualificar – manter os verdadeiros interessados e afastar curiosos;
  • Remodelar crenças – organizar os conceitos que o cliente deve ter sobre você;
  • Converter – call to action: efetivando a transação;
  • Encantar – tornar a experiência inesquecível.

Com as cinco etapas do funil bem organizadas, você fortalece seu relacionamento com seus clientes ao tornar o processo de vendas cada vez mais natural. Com isso, seu cliente vai se tornar uma espécie de divulgador do seu negócio, reforçando a confiança que ele encontrou em você para o mercado.

Por isso, abandone a ideia de que sua missão se encerra ao fim de uma venda a um cliente. Isso não encontra sustentação na economia digital. Você pode continuar vendendo pra ele, uma vez que já se conhecem e que você sabe o que o motiva e o emociona. E nunca prometa mais do que pode entregar; reverter uma imagem ruim por conta de um passo equivocado às vezes é impossível.

Quer se aprofundar no funil de vendas? Acesse o infográfico 5 etapas do funil de vendas

 

#7 A busca pela nota 10 na apuração e pelo Santo Graal analítico

Lá se vão mais de 100 anos que um publicitário norte-americano chamado John Wanamaker, criador das lojas de departamentos, pensou que seria importante tentar medir os resultados dos investimentos em marketing. A ele é atribuída a frase que diz que metade do dinheiro investido em publicidade é jogado fora; o problema é que ele não sabia qual era essa metade. O que se descobriu com o passar do tempo é que a análise de dados disponíveis é a melhor maneira de chegar mais próximo da resposta sobre a influência real da propaganda no resultado final.

Mas é difícil chegar por conta própria a uma avaliação do resultado do investimento em marketing. Por isso as ferramentas estão à disposição, e uma delas, atualmente talvez a mais usada, é o Google Analytics, que não mede apenas o que é realizado online, mas também oferece parâmetros interessantes para ações off-line. Uma das possibilidades que a ferramenta oferece hoje é coletar dados em uma loja física, como o número de pessoas que passaram diante de uma unidade e, destas, quantas se detiveram diante da vitrine, qual o tempo de atenção delas ao olhar para os itens expostos e a porcentagem desse volume que efetivamente entrou na loja. Se “dados são o novo bacon”, como diz Robert Gnypec, vice-presidente de Marketing do McDonald’s Brasil, não se deve abrir mão deles na hora de conquistar seu público-alvo.

Exemplos práticos? A Netflix, plataforma de vídeos online, usou dados para perceber que as séries que os usuários mais gostavam de assistir de uma vez só a todas as temporadas, as chamadas maratonas, envolviam os gêneros ficção científica, suspense, terror, ação e aventura. A partir da análise do consumo de dados dos usuários, a plataforma criou então a série “Stranger Things”, que conta com um pouco de cada item desses gêneros do cinema, e se tornou um dos maiores sucessos da plataforma.

O turismo também já entendeu como os dados de usuários de uma rede social podem ser utilizados para convencê-lo a realizar determinado roteiro de viagem. O Estado norte-americano do Tenessee criou uma campanha voltada para usuários das redes sociais; sempre que alguém se conectava à campanha utilizando dados de uma rede social, ela avaliava todas as páginas curtidas desse usuário, os vídeos e conteúdos publicados por ele, e exibia um vídeo sobre o Estado oferecendo a cada um imagens e vídeos pré-gravados com atividades do gosto dessa pessoa que ela encontraria e poderia realizar no Tenessee. O Uber é outro exemplo de plataforma que utilizou dados para moldar seu modelo de negócio.

Quer algumas dicas de quais são essas tecnologias que analisam dados de consumo? O All in Mail envia-email marketing com conteúdos relacionados especificamente ao perfil de navegação e consumo dos usuários; o Gauzz, um contador de fluxo inteligente, permite que redes de varejo rastreiem e monitorem os movimentos do consumidor por meio dos celulares conectados em redes públicas; o aplicativo Precifica, criado no Brasil, ajuda as lojas virtuais a criarem regras para alteração automática do preço dos produtos a partir da análise de dados dos usuários da loja.

Quer saber mais? Acesse A busca pelo santo graal analítico: quanto a propaganda mexe na venda

 

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