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Da Redação

O incentivo à cultura do associativismo é uma das estratégias do Sebrae RS para alavancar as vendas das agroindústrias gaúchas. Mas não é a única. Com projetos nas regiões Norte e Serra, a organização também leva aos empreendimentos o gerenciamento de processos que ajudam a encontrar compradores nos mercados de interesse. Identificação de custos e fluxo de caixa, definição de plano de marketing, inteligência competitiva, vendas, negociação, gestão visual para apresentação em feiras, trabalho da marca, rótulos, embalagens e valor agregado aos produtos estão na lista de ações realizadas pelo Sebrae RS junto às agroindústrias.
Atualmente, são atendidas 115 empresas, 65 delas na Região Norte e 50 na Serra. “Trabalhamos no planejamento, na qualificação dos processos gerenciais e tecnológicos. Assim, elas descobrem, por exemplo, que uma mudança simples no processo de fabricação pode gerar uma redução de custo. Também contribuímos com o fortalecimento comercial, o posicionamento da marca. Mostramos as oportunidades de mercado”, exemplifica o Coordenador de Projetos de Agroindústrias,Fabiano Nichele.
Gestora do projeto na Região Norte, Cheila Lorenzon, relata que as participantes registram aumento da margem bruta, do volume de vendas e da produtividade. Além disso, há mais controle gerencial e melhora nas boas práticas de fabricação. “O objetivo geral é qualificar as agroindústrias de pequeno porte e auxiliar para agregar valor aos produtos comercializáveis”, comenta, destacando que, na região, o projeto é fruto de um parceria do programa Juntos para Competir, desenvolvido por Farsul, Senar-RS e Sebrae RS.
Um dos exemplos bem-sucedidos da Região Norte é a Fabian Lácteos, de Barão do Cotegipe. Com produção de queijos, leite pasteurizado e bebidas lácteas, ela registrou um aumento de 30% nas vendas e de 12% na lucratividade, além de uma redução de 10% nos custos. As atividades começaram em novembro de 2007, com processo de pasteurização lenta e capacidade de processamento de 500 litros de leite por dia. Atualmente, é utilizado o processo de pasteurização rápida, com capacidade de processar ao menos 3 mil litros de leite diariamente. “Com o projeto, conseguimos identificar produto com margem maior e focar nele. Também diminuímos os custos de fabricação e identificamos novos mercados, como a venda direta de queijos coalho a restaurantes”, relata Edinéia Fabian.
Os benefícios do projeto também são observados na Serra, onde é desenvolvido um trabalho para melhorar processos comerciais e de gestão; “Focamos em consultorias com planejamento de vendas e eventos de negócios, que aproximam e conectam as pequenas agroindústrias dos potenciais compradores”, relata o gestor de projetos do Sebrae RS na Serra, Aldoir Morais.
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