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Sebrae RS abre vagas para negócios de impacto social

Prazo de inscrições para o programa Agir vai até o dia 18 de março

06/03/18

Da Redação

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Porto Alegre – Gerar lucros e promover o desenvolvimento social e/ou ambiental. Esse é o foco dos empreendimentos beneficiados pelo programa Agir – Aceleração e Geração de Impacto Social no Rio Grande do Sul, uma iniciativa do Sebrae RS que desde 2016 apoia empreendedores na gestão estratégica de seus negócios ao mesmo tempo em que estes ampliam a dimensão do impacto que geram. O programa está com inscrições abertas para seu novo ciclo. As informações estão disponíveis pelo site startse.com/programa/agir e com a gestora do projeto, Lucimara Miceli Pereira, pelo email lucimarap@sebrae-rs.com.br ou pelo telefone (51) 3212-1538. Inscrições até o dia 18 de março.

Programa do Sebrae RS é voltado para empresas que têm um propósito social (Foto: Banco de Imagens)

Serão selecionadas 25 empresas, divididas em três turmas. “A Start é voltada para quem está na etapa inicial, ou seja, na construção do modelo de negócio. No grupo Mercado, os empreendimentos já estão estabelecidos e precisam focar na geração de receita. Eles terão acesso a consultorias de gestão específicas como marketing e vendas, estratégia e pessoas. As empresas que já atingiram um estágio de sustentação participarão da etapa Escala, com o objetivo de aumentar a abrangência e as vendas com o acesso a diversas oportunidades, como rodadas de negócios”, detalha Lucimara. As atividades iniciam em abril e vão até dezembro de 2018.

Todos os participantes passam pelo Caminho Empreendedor, uma metodologia inovadora baseada nos conceitos do Lean Startup e adaptada ao entendimento dos negócios sociais no Brasil e no mundo. As capacitações incentivam a identificação das necessidades reais de potenciais clientes e a elaboração de testes de mercados, através de diálogos reais entre empreendedor e em seus possíveis clientes e beneficiários. O Agir também estimula o desenvolvimento de capacidades empreendedoras, com a realização do EMPRETEC durante o programa. Em paralelo, cada negócio receberá 20h de consultorias individuais de forma presencial e à distância com consultores especializados em inovação e impacto.

Ao final do programa, será realizado um fórum de negócios de impactos sociais no qual os empreendedores serão convidados a apresentarem seus projetos a investidores e outros atores do ecossistema.

Desenvolvimento para todos

O empreendedor Carlos Artur Funck Ramires, da Órbita Inovações Sociais, acompanhou a iniciativa ao longo do último ano, enquanto definia seu projeto e área de atuação. O negócio, incubado no Centro de Empreendimento em Informática da UFRGS é uma startup de base tecnológica com foco no desenvolvimento de plataformas digitais e geração de conteúdo. O objetivo do empresário ao se inscrever no projeto é trabalhar no desenvolvimento de uma plataforma digital para conectar empresas de varejo e serviço a soluções de acessibilidade e de inclusão. “Segundo o último Censo de 2010, temos mais de 45 milhões de brasileiros portadores de deficiência, que representam um importante mercado, mas as empresas não estão preparadas para recebê-los”, comenta. A ideia é buscar no Agir a base para lançar o produto de forma a estimular o apoio social e a sensibilização dos públicos envolvidos.

Esse caminho já foi trilhado por Liliane dos Santos Linhares, da Ecosouvenir, de Viamão. O empreendimento participa do programa AGIR desde 2016 e já deve atuar na etapa de escala para fazer o negócio expandir ainda mais. O negócio começou a ser desenvolvido há 10 anos e nasceu com o objetivo de reaproveitar banners e transformá-los em sacolas e outros produtos. “Hoje o projeto é muito mais abrangente. Criamos a Rede Ciclo Reverso e atuamos desde o recolhimento de materiais, o reuso, o reciclo e a recuperação”, detalha Liliane.

Ou seja, a empresa está à frente de uma rede que recolhe banners e outros produtos feitos de polímeros e faz a separação dos materiais. Se o banner estiver em condições de reaproveitamento será transformado em sacolas e outros produtos em associações comunitárias. Caso não esteja, o material será processado de forma industrial para recuperar suas propriedades como polímero. “A partir disso, podemos produzir qualquer material, como um troféu que será concedido como prêmio pela Braskem”, exemplifica. A ideia é fazer o ciclo reverso para que os produtos sejam reaproveitados ou recompostos e não se transformem em lixo.

“Com o programa Agir, pude encarar melhor que eu realmente tinha um negócio, com propósito socioambiental, de impacto intencional. Um pequeno negócio diferente, mas que também tem o apoio do Sebrae RS, o que abriu outras possibilidades. Uma delas foi ser finalista no InovAtiva Brasil 2017/1”, destaca a empreendedora. Agora, o objetivo é crescer. “Com a nova etapa do Agir, a proposta é desenvolver formas de replicar o modelo de negócio para outros locais e estimular a geração de renda”, revela.

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