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Túlio Josué Pinheiro dos Santos
Coordenador Estadual de Franquias e Redes Cooperação do SEBRAE RS
Negócios de impacto social são aqueles que intencionalmente oferecem serviços que pretendem modificar a realidade e têm potencial de escalabilidade. Parte dos modelos de investimento para essa categoria são exatamente os mesmos das startups comuns, como venture capital, investidor-anjo, incubadoras e aceleradoras. A diferença é que existem fundações e institutos que são voltados para esses projetos, seja por questões filantrópicas ou por necessidade de investir no social.
Ao mesmo tempo, muitos empreendedores conseguem financiamentos em institutos que são voltados para pesquisa tecnológica. Fundações estaduais e órgãos governamentais costumam olhar com atenção para essas ideias. De acordo com o coordenador de projetos de aceleração da Artemisia, Fabio Sato, existem diversos casos de empresas que conseguem recursos na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) dessa forma.
Diferente dos projetos sem fins lucrativos, não é sempre que há abertura aos negócios de impacto social em editais de concorrência. Em geral, não se aceita que o projeto gere lucro, o que não faz parte da característica de empresa, que deve buscar sua sustentabilidade e gerar receita.
Para usufruir desses benefícios é necessário que o empreendedor corra atrás das oportunidades como as empresas tradicionais fazem. É preciso ir direto na fonte.
– É como qualquer outro empreendedor. Tem que se mostrar, se tornar visível em eventos, conversar com pessoas que possam abrir oportunidades – ensina Sato.

Ele explica que é necessário fazer um pitch que também foque em apresentar métricas que expliquem o impacto social do negócio.
– Esse é um elemento fundamental. Os fundos que estão atrás desses projetos estão lá pela potencialidade de mudança social que essas empresas têm, então é importante deixar bem explicado como o problema será resolvido.
Demonstrar que o empreendedor entende como o negócio funciona, que tem um plano claro e que terá parceiros que podem ajudar a tornar o pitch mais atrativo.
– No final, dinheiro acaba sendo dinheiro mesmo. Se o projeto tiver potencial de ser lucrativo, é provável que chame a atenção dos investidores.
Mas não são apenas os investidores que fazem exigências. Os empreendedores querem investidores que de fato entendam a importância do projeto, que tenham consciência do problema enfrentado e que acreditem no modelo e na importância do impacto que deve ser gerado.
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