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Franquias

Novos formatos

Tendências para um mercado em crescimento

26/02/18
Túlio Josué Pinheiro dos Santos

Túlio Josué Pinheiro dos Santos

Coordenador Estadual de Franquias e Redes Cooperação do SEBRAE RS

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Entre os segmentos mais promissores, destacam-se os de reparos de automóveis e celulares, os produtos/serviços voltados para o bem-estar e os negócios que têm a terceira idade como público-alvo

O setor de franquias vem ganhando grande visibilidade e presença no mercado, que vem adquirindo experiência para trabalhar cada vez mais com esse formato de empresa. Frente a isso, novos formatos, ideias e proposições estão sendo feitos e são caracterizados como tendências para o setor.

Além disso, de acordo com a revista “Pequenas Empresas & Grandes Negócios”, os formatos e os setores que devem ter destaque no franchising refletem, em grande parte, uma realidade recente: a crise econômica. Formatos de loja menores e vendas porta a porta são algumas das promessas. Entre os segmentos mais promissores, destacam-se os de reparos de automóveis e celulares, os de produtos/serviços voltados para o bem-estar e os negócios que têm a terceira idade como público-alvo.

Confira a seguir algumas das principais tendências das franquias brasileiras:

  • Interiorização das Redes de Franquias. Grandes marcas estão percebendo que os polos comerciais situados em grandes cidades estão cada vez mais restritos, buscando novos mercados em cidades de médio porte. Hoje, 42% dos municípios brasileiros possuem franquias, ou seja, ainda existe um mercado amplo. Fazer a interiorização das redes pode trazer ganhos elevados para essas marcas. Entretanto, antes de se inserir em territórios ainda não explorados pela marca, as empresas devem verificar se a demanda local aceitará seu produto, para não fazer um investimento indevido.
  • Franquias no e-commerce. Pode parecer simples, mas não é. Cada vez mais as pessoas usam aparelhos e aplicativos para demandar produtos ou serviços. Para os modelos de franquias esse é um grande desafio, pois ter uma rede de franqueados com acesso ao e-commerce pode trazer conflitos. Saber como fazer isso de forma qualificada quando a franquia for aumentando, vai ser cada vez mais difícil, mas necessário.
  • Multifranqueados. Eles são os mais desejados, pois já possuem experiência no mercado de franquias, já têm o perfil de empreendedor, atraem bons funcionários, são atentos às novidades do mercado, têm mais acesso a capital, etc. Hoje já existem muitas redes geridas pelo mesmo grupo, como a Yum! Brand – Taco Bell, Pizza Hut, etc. Isso não é só bom para a rede, mas também para o franqueado, pois significa expandir localmente com outra marca e driblar sazonalidades. Nos EUA, um em cada dois franqueados tem mais de uma unidade.
  • Modelos econômicos de franquias. É fazer o nicho do nicho para deixar mais barato o valor da franquia sem perder a presença da marca e sem deixar de expandir. Nesses modelos existem as franquias home based, microfranquias, quiosques, food trucks. Também como forma de adequação às questões relativas aos pontos comerciais, as franquias devem manter ou criar franquias de miniunidades dentro de seus planos de expansão.
  • Franquias de propósito. Há um número crescente de franquias que visam solucionar problemas socioambientais. Isso está acontecendo muito por um novo posicionamento da sociedade no qual obter um bem não é tão vantajoso, o que pressiona o modelo tradicional de empresa, e por uma nova mentalidade dos novos empresários na qual deixar um legado na sociedade é muito importante.
  • Integração de franquias. Com algumas redes de franquias com dificuldades de expandir, muitas iniciaram um movimento lateral, unindo-se às concorrentes para ganhar maior volume de escala e barganhar com fornecedores. Para atuar nesses mercados, as franquias continuarão a fazer adequações em seus modelos de negócio. Uma delas é a parceria entre duas ou mais marcas, operando de forma associada (cobranding). Como exemplo desse modelo no Brasil temos a Love Brands, integração entre as lojas Puket, Balonè e Imaginarium.
  • Internacionalização das franquias brasileiras. No Brasil, já existem 3.039 redes de franquias, o que representa 94,8% das redes que estão operando no País. 138 delas já atuam no mercado internacional, com principais destinos nos EUA, Paraguai e Portugal. Existe uma grande possibilidade de expansão no mercado internacional, mas as empresas precisam estar preparadas e conhecerem o mercado/demanda, as legislações e o modelo de operação. No Rio Grande do Sul, duas franqueadoras já atuam no mercado internacional, as Lojas Bibi e Capodarte, de acordo com a ABF.

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