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Laura Severo da Cunha
Gestora de Educação e Saúde Funcional
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O modelo de saúde brasileiro está organizado em forma de rede (integração dos serviços), por região e em níveis de complexidade (hierarquização). A partir dessa estruturação, onde há conexão entre todos os níveis de cuidado, faz-se necessário pensar além dos próprios pontos de atenção, como também no movimento do paciente por entre estes níveis. Chamamos esse movimento de “transição do cuidado”.
O processo de desospitalização é um dos exemplos mais complexos de transição do cuidado que, por essa razão, tem despertado cada vez mais a atenção dos profissionais e gestores de saúde. O termo transição do cuidado ainda não é popular, refere-se a qualquer mudança de nível de atenção, dentro de uma mesma estrutura ou entre estruturas prestadoras de serviços de saúde. O movimento de transferência do paciente de uma unidade de terapia intensiva para a enfermaria em um mesmo hospital já é considerado transição do cuidado, implicando em inúmeras medidas para a garantia da segurança do paciente.
Desospitalizar não é uma opção, mas uma necessidade em prol de melhores resultados individuais e coletivos, da racionalização dos recursos, do maior acesso à rede de saúde e da redução do custo assistencial para todas as partes.

O risco associado à descontinuidade do cuidado a cada movimento de transição do paciente representa um dos mais importantes elementos envolvidos nesse processo. Além da preocupação com a recuperação da saúde do paciente, há a necessidade de manter disponível o hospital – alta complexidade – para aqueles usuários que dele venham necessitar. Em tempos de escassez de recursos e novas demandas de saúde, compreender o sistema e os desafios que envolvem a transição do cuidado poderá auxiliar no alcance do restabelecimento integral da saúde e na sobrevivência do sistema. Segundo a ANAHP, pacientes de longa permanência ocupam 1/4 dos leitos hospitalares.
O conceito de hospital tem as suas origens no vocábulo hospes (“hóspede” ou “visita”) do qual resulta hospitalitas (“hospitalidade”). Com o passar do tempo, a noção passou a dizer respeito à qualidade de acolher/hospedar alguém bem e com satisfação. Esta história semântica talvez dimensione o esforço que será necessário para transpormos o paradigma hospitalocêntrico que faz crer no hospital como o local onde cuidado de saúde prestado é o mais adequado.
SAIBA MAIS
Palestra online: Transição Segura do Cuidado em Saúde
Data: 16/10, das 14h às 15h
Palestrante: Laura Severo
Objetivo: informar micro e pequenas empresas e profissionais da saúde acerca do processo de transição do cuidado, em especial na migração do hospital para o domicílio, conhecida como desospitalização.
Acesse aqui: http://bit.ly/palestrasaudesebrae
Bate-papo online: Desospitalização, um dos Desafios da Saúde
Data: 18/10, das 14h às 15h
Palestrantes: Laura Severo, Alessandra Lima, Lisiane Paskulin
Objetivo: apresentar diferentes experiências acerca da transição do paciente do hospital para o domicílio.
Acesse aqui: http://bit.ly/batepaposaudesebrae
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