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Cinco passos para começar uma startup

atualizado em: 27/08/18
Debora Chagas

Debora Chagas

Coordenadora Estadual da Startups e Economia Digital do SEBRAE RS

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Tudo começa com uma ideia para resolver algum problema ou demanda do mercado, seja qual for o segmento

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A definição mais recente e moderna nos diz que uma startup é um projeto que reúne um grupo de pessoas desenvolvendo um modelo de negócios inovador, que resolva problemas ou demandas bem específicos e que possa ser repetível e escalável. Ou seja, não é qualquer pequena empresa iniciante que pode ser chamada de startup.

Mas como iniciar uma e ter sucesso com ela? A seguir, listamos cinco passos para conseguir chegar lá:

  1. Avaliação da ideia

Tudo começa com uma ideia para resolver algum problema ou demanda do mercado, seja qual for o segmento. Esta é a etapa em que a ideia pode ou não prosperar. É preciso, nesta fase, questionar tudo o que envolve o projeto e fazer a validação de suas principais características.

Uma boa ferramenta é fazer uma ficha de Visão do Produto, que deve descrever cinco áreas: Visão (o conceito); Público-alvo (perfil de clientes e usuários); Proposta de Valor (o que o produto entrega, a qual demanda ou necessidade se destina, que problemas ele resolve); Produto (funcionalidades principais); e Valor (o que vai trazer efetivamente para a startup: lucro, mercado, reduzir custos, ampliar visibilidade da marca, etc.).

  1. Descrição do Modelo de Negócios

Com a análise anterior pronta a partir de pesquisas em todos os itens, é hora de partir para a criação do Modelo de Negócios, ou seja, avaliar se o produto realmente entrega soluções novas e se pode ser sustentável.

Uma boa ferramenta, que o Sebrae utiliza bastante em suas capacitações, é o Business Model Canvas, que agrega de forma objetiva todas as questões pertinentes ao desenvolvimento de um bom Modelo de Negócios: segmentos de clientes; proposta de valor; canais de comunicação, distribuição e venda; relação com os clientes; fluxo de rendimento; recursos-chave; parceiros-chave; atividades-chave; e estrutura de custos.

Cinco passos para começar uma startup

  1. Validação prévia

O próximo passo é, antes de ter qualquer produto desenvolvido, validar sua viabilidade prática no mercado, de forma manual, justamente para evitar investir em um protótipo que pode não ser realmente interessante ao mercado.

Podem ser utilizados diferentes métodos, como o MVP Concierge ou o Lean Startup – este último utilizado pelo Sebrae. Para esta etapa, vale criar grupos em redes sociais; fazer formulários online; criar landing pages; tentar soluções mais “caseiras” de tecnologia para testar a proposta do serviço/produto; entrevistar pessoalmente grupos de potenciais clientes para avaliar a ideia; entre outras opções.

  1. Desenvolvimento do MVP

Termo muito recorrente nesse segmento, o MVP é o Minimum Viable Product, ou Mínimo Produto Viável. Se o projeto chegou nessa fase é porque todas as pesquisas e análises anteriores demonstraram que o produto/serviço tem apelo comercial para trazer resultados positivos.

Esta é a hora de desenvolver um protótipo básico e finalmente testá-lo na prática com uma amostragem de potenciais clientes, para verificar seu funcionamento e a resposta do público e para anotar possíveis melhorias.

  1. Busca por investimentos

É claro que a busca por investimentos pode começar bem antes, mas com todas as etapas de validação completas, com o MVP já funcionando em mãos e com resultados na planilha para apresentar, fica bem mais fácil conseguir capital para transformar o projeto em um produto de massa.

Há algumas formas mais comuns de buscar esse investimento quando se trata de startups: Investidores Anjos, que são pessoas físicas que colocam dinheiro próprio em projetos de alto potencial; Crowdfunding, que são programas de financiamento coletivo; Aceleradoras, que são empresas ou entidades que buscam projetos com alto potencial para ajudá-los a se concretizar; Seed Money, ou capital semente, normalmente investido com certo risco na primeira fase de uma startup; Venture Capital, que é um investimento de risco variável normalmente feito em startups com algum tempo de existência.

 

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