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Turismo

Acessibilidade

Bem-estar e inclusão: negócios lucrativos

30/03/18
Regina Cardona

Regina Cardona

Diretora da Interface Hospitalidade

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Acessibilidade tem que existir em todos os segmentos turísticos: Cultural, de Natureza, de Negócios e Eventos, entre outros

Na perspectiva de inovação e atendendo à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (nº 13.146/2015), abordamos uma questão fundamental para a inclusão social, a acessibilidade no turismo, democratizando o acesso à atividade, transformando a oferta turística de meramente comercial em uma oferta experiencial. A grande questão é: acessibilidade é um requisito para qualquer empresa turística ou destino que esteja preocupado em oferecer serviços turísticos qualificados.

Turismo acessível não é um segmento. Quando falamos de acessibilidade, o significado é o mesmo de turismo social, ou seja, estamos dizendo que acessibilidade tem que existir em todos os segmentos turísticos: Cultural, de Natureza, de Negócios e Eventos, entre outros. Pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida estudam, trabalham e viajam. Então o que devemos perceber é que tem aí uma grande oportunidade de negócios, uma vez que 24% da população brasileira (IBGE, 2010) tem algum tipo de deficiência, o que de fato demonstra que este percentual representa uma demanda reprimida para o mercado turístico.

Além disso, pessoas com deficiência – PCDs – não viajam sozinhas, o que significa uma maior ocupação nos hotéis, mais refeições vendidas, mais pessoas visitando equipamentos de lazer, enfim, utilizando mais serviços turísticos. E ainda temos um estudo: “Mapping the Future of Global Travel and Tourism” (Mapeando o Futuro das Viagens e do Turismo Global, em tradução livre), que demonstra que viajantes com mais de 65 anos aumentarão em 9% na próxima década. Sendo assim é importante ressaltar que a empresa que investe em acessibilidade está abrindo oportunidade para vender mais e obter mais resultado ao incluir o conceito de saúde e bem-estar no seu negócio turístico. Observa-se ainda que o maior investimento é comportamental e não estrutural, porque através das consultorias desenvolvidas foi constatado que o mais importante para eles é o acolhimento.

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